Ninguém sabe direito o que é felicidade, mas, definitivamente, não é acomodação.
Porque ninguém dava nada por mim. E quem dava, eu não tava a fim.
— Como é que vai ser agora?
— Eu não sei, é melhor a gente esquecer.
— Eu não quero esquecer.
Eu quero transar com você ouvindo Lana Del Rey. Quero aumentar o meu amor e você aumentar o seu. Quero sentir-te em mim, penetrando-me. Faremos sexo, amor, transa, desde que você me faça sentir-se anestesiada. Quero sexo com você todo dia, toda hora, a cada momento. Quero vibrar, gemer, sentir. Quero você em mim, eu você. Nós. Juntos, transando sempre. Quero sexo na madrugada, no intervalo do café da manhã e o almoço, durante a sobremesa da janta. Quero que você sinta prazer, quero lhe dá prazer. Quero beijar sua boca, seu corpo, sua alma. Quero seu amor dentro de mim. Relaxar, enquanto você chupa. Quero te chupar, quero gozar. Quero sexo com vontade, calor e paixão. Quero ficar arrepiada, falar coisas no seu ouvido e pedir mais sexo, mais amor. Quero encaixar em você, enquanto você ungi com tanto prazer. Fazer amor, palavra bonita ao descrever o que fazemos. Sexo é poesia. Orgasmo também.
Quando ameaçar doer demais, ria. Ria feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca sentido.
O vazio existe, só procuro outro jeito de preenche-lo.
Me abraça e me beija, que eu tomo conta de você.
Já tive outros e já amei outros. Já sofri por eles e já quase te esqueci graças à eles também. Mas depois que acaba, no fim, ou no intervalo de um para o outro, quando só me sobra eu mesma e minha confusão, meus sentimentos me encaram e me confrontam, e eu só vejo você. Só tem você ao meu redor no sábado de noite terminando com alguém. Tem você quando eu me fecho e não deixo ninguém entrar na minha vida, porque morro de medo e é sua culpa. Você na forma como eu escrevo, na música do Leoni, no texto da coca-cola. Cada parte do que eu sou… ainda é você. Mil anos e alguns caras depois e ainda é você.